A Vasselai junto com a Terra Arquitetura projetou uma simpática pracinha aberta para a vizinhança na frente do Residencial Merlot. Ter uma praça bonita e bem cuidada perto de casa é sonho de muita gente, e os moradores do Merlot terão este privilégio. Uma pracinha aberta para o bairro, para momentos de contemplação, passeios com o cachorro, conversas com os filhos, local para namorar, para fazer um lanche e bater papo. A intenção é que a praça vire ponto de descanso, reunião ou happy hour de quem mora, trabalha e circula por ali. Que as árvores e os bancos seduzam os passantes e os convidem a sentar e descansar. Uma gentileza urbana da Vasselai para o bairro, para a cidade.
O material de divulgação do Jazz saiu na revista Computer Arts, uma das mais renomadas revistas de design do Brasil, na matéria feita com a Firmorama, parceira da Vasselai.
Os desafios da sustentabilidade na construção civil
Construtoras apontam a elevação nos custos e o conflito de competências dos órgãos fiscalizadores como as principais discussões quando se fala em sustentablidade no setor.
Por: Redação Redimob. | 18/6/2010 09:00:00
A Constituição Federal, no artigo 170, determina que a defesa do meio ambiente deve sempre ser observada nos produtos e serviços oferecidos no país. Mas na construção civil ainda faltam algumas iniciativas para chegar até a sustentabilidade. Nas principais capitais brasileiras, a geração de resíduos nas construções já supera a de lixo doméstico. Em Salvador (BA), por exemplo, as obras são responsáveis por quase 60% da produção de lixo.
Os impactos da construção civil ainda vão mais além. Prédios, casas e outros empreendimentos podem interferir em toda a geografia e desenvolvimento de uma região. Por isso, a discussão sobre a sustentabilidade ganha cada vez mais espaço no setor. "O empresário da construção civil, já há algum tempo, se apercebeu da importância de levar em conta a questão ambiental em seus projetos. E, em muitos casos, deu-se conta de que o respeito ao meio ambiente agrega valor ao empreendimento", avalia Marcelo Buzaglo Dantas, consultor jurídico na área ambiental e presidente da Comissão do Meio Ambiente da OAB/SC.
Mas, na prática, construtores consideram que algumas dificuldades ainda devem ser vencidas para a construção civil ser considerada sustentável no Brasil. "O incremento de custos, a falta de qualificação da mão de obra, a adequação dos processos dos fornecedores de materiais e de matérias-primas, a falta de políticas urbanas sustentáveis e a geração de resíduos são os desafios a serem enfrentados na implantação de empreendimentos sustentáveis", considera Rogério Bark, gerente de obras da FG Procave Empreendimentos.
Ricardo Vasselai, engenheiro civil e diretor da Vasselai Incorporações, é mais otimista. Segundo ele, um bom planejamento da obra e o melhor aproveitamento dos recursos naturais já reduzem riscos e geram ganhos na economia de insumos e nas contas de água e luz. Porém, o envolvimento dos clientes é essencial. "É insuficiente o edifício ter itens para racionalizar os recursos naturais e o usuário não ter consciência e educação para usá-los. A educação é a essência para se ter uma moradia sustentável", acrescenta.
A lei e a fiscalização
É consenso entre especialistas que a legislação ambiental brasileira é uma das mais modernas do mundo. Porém, para Ricardo Vasselai, "é preciso ter muito cuidado quando se faz uma legislação em nível nacional analisando, por exemplo, os problemas de queimada e desmatamento na Amazônia, ou o recuo de construções no Mato Grosso, e trazer essa realidade para uma cidade como Blumenau (SC), que está no meio de um Vale e foi construída ao longo dos leitos dos rios". Rogério Bark também faz críticas: "A legislação ambiental deveria ser mais dinâmica".
A fiscalização do que está na Lei é responsabilidade dos órgãos integrantes do Sistema Nacional do Meio Ambiente. Eles são vinculados aos Municípios, Estados e União. Em Santa Catarina, por exemplo, existe a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fatma) e cada município possui o próprio órgão municipal. E existe o Ibama, que está vinculado ao Governo Federal.O Ministério Público Estadual e o Federal também atuam na área ambiental.
Porém, muitos dos processos ambientais que chegam a Justiça questionam a legalidade de licenças ambientais concedidas por um destes órgãos, por considerar que outro seria o responsável. Por exemplo: em alguns casos, alega-se que o licenciamento deveria ser feito pelo Ibama e não pelo órgão estadual ou municipal, e vice-versa.
Segundo Marcelo Buzaglo Dantas, exceto esta questão de conflito de competências, existe uma preocupação no setor da construção civil para que os casos ambientais não cheguem a Justiça."Os riscos decorrentes do descumprimento da legislação ambiental são muito altos, com prejuízos de elevada monta- materiais, à imagem, etc. - na hipótese de embargos administrativos ou ações judiciais, o que acaba servindo de estímulo ao respeito às normas em vigor", afirma o especialista.
Empreendimento incorpora tendências contemporâneas e revê o conceito de morar em Blumenau
A busca de um novo conceito de morar em Blumenau foi o fio condutor para criar o Edifício Jazz. Os arquitetos da Terra Arquitetura e a Vasselai Incorporações privilegiaram o design, a sustentabilidade, o conforto e a qualidade de vida. Com arquitetura marcante e uma proposta inovadora, o Jazz é resultado de uma reflexão sobre as tendências contemporâneas e a realidade local.
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SENAI inaugura, na quinta-feira (29), em Blumenau escola especializada em construção civil
Ambiente foi implantado em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção e atenderá diretamente 50 empresas e três mil funcionários
Blumenau, 27.04.2009 - O SENAI de Santa Catarina inaugura, às 17 horas da próxima quinta-feira, dia 29, a escola de construção civil de sua unidade de Blumenau, construída em parceria com o Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon) do município. Esta será a segunda escola especializada no atendimento ao setor. A outra está localizada em Balneário Camboriú.
A área, de 282 m2, contará com sala de aula e laboratórios equipados com equipamentos de última geração para o setor. A estrutura conta com laboratórios de Práticas de Alvenaria e Acabamentos e de Hidráulica e Carpintaria. Outros laboratórios já existentes no SENAI em Blumenau - como os de eletricidade predial e de metalografia - também serão utilizados nos cursos oferecidos para a construção civil.
No ambiente, será desenvolvida formação profissional para as sete carreiras profissionais da construção civil: pedreiro de alvenaria, pedreiro de acabamentos, pintor, assentador de cerâmica e porcelanato, carpinteiros, armadores de ferragens, encanadores e eletricistas. Segundo o presidente do Sinduscon de Blumenau, Jorge Luiz Strehl, serão diretamente beneficiadas 50 construtoras, que hoje empregam em torno de três mil pessoas. Para o empresário, a formação de profissionais qualificados permitirá a ampliação da produtividade do setor.
A implantação da escola integra o projeto de ampliação da formação de profissionais para a construção civil. Estão em andamento cursos de aprendizagem industrial em (800 horas, para estudantes de 14 a 23 anos) em São José e Blumenau, e cursos de Qualificação Social (200 horas, para pessoas com mais de 16 anos), em Chapecó, Jaraguá do Sul, Itajaí e Joinville. Esses cursos, todos gratuitos, totalizam mais de 300 alunos. O SENAI, a Câmara da Indústria da Construção e os Sindicatos do setor estão negociando projetos para a ampliação da parceria, que podem resultar na construção de mais unidades especializadas em outras cidades do Estado. Além de Blumenau, existe uma escola especializada em Balneário Camboriú.
- Enquanto um pedreiro que aprende na prática coloca 60 blocos de concreto, um que recebe treinamento especial pode chegar a 200 blocos - exemplifica.
Os cursos já programados ou em andamento na nova escola em Blumenau são de pedreiro de alvenaria, pedreiro de acabamento, pintor de obras, encanador, carpinteiro de formas, carpinteiro telhadista, assentador de cerâmico, assentador de porcelanato, pastilheiro, armador de ferragens. A estrutura também será utilizada pelos alunos do Curso Técnico em Edificações e Aprendizagem Industrial de Oficial de Edificações.
Outros cursos da instituição atendem o setor da construção civil, como é o caso da área de gestão.