31/08/2008

Bahrain World Trade Center

O Bahrain World Trade Center á o primeiro prédio comercial no mundo a utlizar turbinas de vento em larga escala. Ele possui 3 turbinas de 29 metros de diametro cada que sao suportadas por pontes entre as duas torres de 240 metros de altura. visite o site http://bahrainwtc.com/ 

 

 

 

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31/08/2008

Arquitetura da Felicidade

Neste documentário Alain de Botton defende que devemos morar em casas que reflitam nossos valores e a época em que vivemos. O autor faz um tour pela filosofia e psicologia da arquitetura, com exemplos que vão da Holanda ao Japão. E sugere uma forma de morar que leva em conta valores como flexibilidade, novas tecnologias, contato com a natureza e convivência comunitária. Afinal, o mundo contemporâneo é um lugar para sentir-se em casa.

 

 

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22/08/2008

Emprego na construção civil dobra em 1 ano

A indústria da construção civil gerou 229 mil novos postos de trabalho no primeiro semestre, crescimento de 106% em relação ao mesmo período de 2007, aponta pesquisa do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de SP) e da FGV Projetos.
 
A expansão do crédito habitacional e o início das obras de infra-estrutura são razões apontadas pelo sindicato para a aceleração das contratações. "Os investimentos em edificações sustentam o ritmo de empregos. As obras de infra-estrutura também ajudaram, mas não dá para dizer que o PAC seja o grande responsável", diz Eduardo Zaidan, do SindusCon-SP. O estoque de mão-de-obra formal atingiu um recorde. Existem 2,063 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor. É o maior contingente de empregos formais desde 1995.

 

Fonte: Folha de S.Paulo  

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22/08/2008

Crédito para imóveis dispara

Fernando Travaglini, De São Paulo

 

O crédito imobiliário disparou nos primeiros seis meses do ano. Somente em junho, o volume total contratado atingiu R$ 3,2 bilhões, superior ao montante de todo o ano de 2004, quando se iniciou o atual ciclo de expansão. No acumulado do semestre, os bancos chegaram ao patamar de R$ 12,9 bilhões em concessões com recursos da poupança, crescimento de 87% em doze meses.

 

"A expectativa é de superarmos a casa dos R$ 30 bilhões no ano", afirma Luiz Antonio França, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Segundo ele, metade desse volume é direcionado para a construção de novas unidades.

           

O número de imóveis financiados no ano até junho chegou a 128 mil. Como o segundo semestre é historicamente mais forte do que o primeiro, França acredita que até o fim do ano o setor deva superar o recorde histórico de 267 mil imóveis, obtido em 1981.

           

"Esse avanço é um feito da indústria, mas ainda é pouco perto do que se verá no futuro." Segundo ele, mesmo com a forte retomada dos últimos anos, a modalidade ainda tem um volume pequeno em comparação com outros países. No Chile, a relação entre o crédito e o PIB é de 15% e chega a 60% nos países desenvolvidos, enquanto no Brasil está na faixa de 2%.

           

Para que esse mercado se desenvolva, França avalia que em dois anos já será necessário ampliar as fontes de recursos. Hoje, os bancos utilizam basicamente a caderneta e o FGTS com funding. "Enquanto os financiamentos cresceram 87%, as captações da poupança aumentaram 4,6%. Vai chegar um momento em que ela não será suficiente e teremos de recorrer ao mercado."

           

Nesse contexto, França destacou a solidez do sistema brasileiro. A taxa de inadimplência acima de 90 dias caiu de 10%, em 2004, para cerca de 1,4% neste ano. "A alienação fiduciária é muito efetiva e tem respondido bem aos testes de mercado."

Tags: mercado

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21/08/2008

Atitudes que alegram a cidade

 

O arquiteto holandês Aldo van Eyck costumava dizer que uma casa é uma cidade minúscula, e uma cidade é uma casa imensa. Pense nessa comparação no seu dia-a-dia. As semelhanças não demoram a saltar aos olhos: da mesma forma que você vai do escritório ao quintal, você deixa o trabalho e faz um passeio no parque. Outro exemplo: vai do restaurante ao cinema assim como da cozinha à sala de TV depois do almoço. Certo, tanto a casa quanto a cidade são lugares onde se vivem momentos cotidianos. Mas então por que você não cuida da cidade com o mesmo esmero com que trata a casa?

Não vale dizer que isso é responsabilidade da prefeitura. Tudo bem que pagamos impostos e elegemos a cada quatro anos representantes para defender os interesses coletivos, mas isso é suficiente apenas para a infra-estrutura: saneamento básico, eletricidade, limpeza das ruas, cabos para gás. Aposto que sua "cidade minúscula" vai muito além. As paredes não estão no reboco e o chão no cimento, estão? Provavelmente tudo está bem pintado, com quadros pendurados, tapetes, plantas, porta-retratos e mil outros detalhes que fazem de sua morada o doce lar.

Um ambiente bem cuidado faz bem ao espírito. E isso é tão evidente que dá até para adivinhar como é a parte da cidade de que você mais gosta. Quer ver? Pense no quarteirão da sua casa. Dê uma volta mental ao redor dele. Que trechos você acha mais agradáveis? De quais você não gosta? Deixa eu ver se acerto. Provavelmente os pedaços menos agradáveis têm muros altos, calçadas descuidadas, sem vida. Talvez também haja prédios que cubram seus jardins com paredes de concreto e casas com grades altas e avisos de "cuidado: cão perigoso" que, se dissessem "pessoas: queremos distância", daria no mesmo. A existência de lugares assim se deve, em grande parte, à falta de atenção das pessoas com o que vai do portão de casa para fora. Como se, do passeio em diante, o problema fosse do governo, das ONGs e do que mais puder amenizar a ausência de um cidadão que faça mais do que a lei o obriga.

Também não adianta varrer o lixo e jogá-lo debaixo do tapete só para falar que fez. Ser gentil com a cidade só resolve se a atitude for espontânea, para melhorar a vida coletiva. E, para um sujeito deixar a comodidade solitária de sua vida privada e fazer algo pelo todo, é preciso que se sinta parte dele: esta cidade é minha casa, faço parte dela e, por isso, tenho que cuidar deste espaço. Ao fazer isso, acaba chamando a atenção do outro: acorde, esse lugar é nosso, vamos melhorá-lo. Os círculos virtuosos precisam de um empurrão para entrar em movimento.

A parte boa é que muitas pessoas já despertaram para isso. Os trechos agradáveis do seu quarteirão provavelmente têm árvores que dão uma boa sombra e, de quando em quando, até frutos. Ou então as casas e os edifícios oferecem algo a quem passa, nem que seja a visão agradável de uma fachada bem pintada, um jardim à vista dos passantes ou uma marquise que abriga da chuva. As calçadas provavelmente são desimpedidas e cuidadas. Pois é, a cidade também está cheia de pequenas oferendas à espera de olhares atentos para detectá-las.

 

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21/08/2008

A importância da construção na vida econômica e social do país

Os investimentos em construção tem efeitos sobre toda a economia, no curto e, principalmente, no longo prazo. Nos links abaixo segue uma apresentação da importância da construção na vida econômica e social do país e um projeto de investimento para a construção do desenvolvimento sustentável para o Brasil feito pela União Nacional da Construção entregue ao governo.

http://www.sindusconsp.com.br/especiais/Uniao_nacional_construcao/doc_unc.pdf

http://www.sindusconsp.com.br/downloads/UNC.ppt#303,1,Slide 1

 

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19/08/2008

Época de construir a própria vida

Pessoas com menos de 35 anos são clientes de 52% dos financiamentos imobiliários concedidos pela Caixa Econômica Federal.

 

Os jovens compõem a maior fatia de compradores da casa própria por meio de financiamento pela Caixa Econômica Federal. Segundo levantamento da instituição, mutuários com até 30 anos são os titulares de 30% dos contratos firmados de janeiro a abril deste ano. Se observada a faixa etária até 35 anos, a participação sobe para 52%. Esta é uma mudança significativa de perfil do tomador do crédito, segundo o superintendente do banco, Augusto Bandeira Vargas. Há 10 anos, a representatividade desses contratantes era de 20%.Quando se cruzam esses dados com os do aumento da aplicação do crédito, a representatividade dos jovens fica ainda mais expressiva.Em 1997, era 20% sobre uma aplicação de R$ 3 bilhões. Este ano, devemos aplicar 40 bilhões, um mercado 20 vezes maior – calcula Vargas.

 

Na opinião do executivo, vários fatores colaboraram para a inclusão dos jovens no crédito habitacional. O país está há mais de uma década estabilizado. As taxas de juros começam a se reduzir de modo geral e outros bancos estão entrando no mercado, o que aumenta a concorrência. Isso permite que mudanças típicas desta fase da vida que envolve, muitas vezes, troca de residência, sejam realizadas. Muitas pessoas estão casando, outras querem planejar o futuro casamento ou estão saindo da casa dos pais e querem fugir do aluguel – diz Vargas.

Conforme o Superintendente, noivos que querem comprar a casa própria antes de casar podem somar as rendas na abertura do crédito. Não é necessário ser casado. O banco exige, no entanto, uma declaração de união estável. O mesmo ocorre com outras instituições financeiras privadas. Mesmo assim, grande parte dos casais ainda não conseguem fazer a compra.

Em um estudo finalizado em março deste ano em 15 cidades com mais de 300 mil habitantes, a pesquisadora Sandra Pires de Almeida, observou uma alta demanda de casais que buscam comprar o imóvel para depois marcar o casamento. No entanto, a média de renda conjunta dos casais com idade entre 23 e 29 anos ficou entre R$ 1,8 mil e R$ 2,5 mil – valor insuficiente para financiar o imóvel que desejam.

 

A primeira opção é apartamentos com 70 metros quadrados, em média, e duas vagas de garagem, produtos que estão disponíveis em valores superiores ao que a renda deste perfil de público permite – explica.

Além da renda, as instituições financeiras analisam os gastos fixos dos mutuários antes de conceder o crédito. Se o casal tem despesas altas com faculdade, pós-graduação ou financiamentos diversos, isso interfere  no cálculo do risco de inadimplência e pode inviabilizar o empréstimo.

 

É preciso cautela na hora de escolher.

 

A vasta oferta de imóveis e de linhas de crédito imobiliário é considerada positiva para os consumidores, mas a diversidade de produtos no mercado pode confundir os interessados. Por isso, é necessário estar muito atento na hora de escolher a melhor forma de pagamento.

Segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, o interessado deve, antes de tudo, fazer simulações nas instituições de crédito.

- Aquele que oferecer a menor prestação dentro de um mesmo prazo acaba sendo a opção mais econômica – explica o economista.

É possível ainda negociar. Normalmente, bancos onde o interessado já é correntista ou recebe o salário costumam oferecer  taxas abaixo da tabela praticada para clientes novos. Caso ele opte ainda pelo débito em folha de pagamento, é possível conseguir redução nas taxas de juros.

Também é necessário ter atenção às taxas de administração. Oliveira aconselha ainda  juntar o máximo de recursos possível para dar de entrada e diminuir o período de financiamento. Prazos longos significam custo final maior – diz.

Com o auxílio, recomenda-se utilizar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e até o 13º salário para engordar a entrada.

 

 

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15/08/2008

Moradia Digna - uma prioridade social

Foram lançados na segunda-feira (11), em todos os estados, os Comitês Estaduais da Campanha Nacional pela Moradia Digna - Uma Prioridade Nacional. Os comitês, compostos por representantes dos movimentos sociais, das centrais sindicais, dos empresários, do Poder Público e do Congresso Nacional, têm como objetivos: colocar a Habitação de Interesse Social na pauta da sociedade brasileira, com seus impactos positivos sobre a saúde, a educação, a segurança e a vida familiar; ter uma política de Estado de HIS com recursos permanentes para garantir o acesso das famílias de baixa renda à moradia digna; desoneração fiscal da moradia de interesse social; desburocratização do sistema público como forma de reduzir os custos de produção, e fortalecer os Fundos Nacional, Estaduais e Municipais de HIS, mediante a aprovação da PEC da Habitação. Dentre as metas dos comitês está a obtenção de um milhão de assinaturas de apoio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Habitação, que visa garantir recursos orçamentários permanentes para habitação. Dada a importância do tema, a CBIC pede a participação de todos os Estados nesses Comitês Estaduais e na montagem da solenidade de lançamento dos mesmos. Para auxiliar a montagem da solenidade a Câmara enviou cópia dos seguintes documentos: Cartilha da Moradia Digna - Uma prioridade Nacional; Plano de Ações de Comunicação para a Campanha Nacional pela Moradia Digna; Modelo de convite (São Paulo) para o lançamento do Comitê Estadual; Planilha com a composição atual dos Comitês Estaduais, e Planilha com a meta de assinatura em cada estado, bem como link para a apresentação sobre Moradia Digna

http://www.cbic.org.br/arquivos/HIS_V1MoradiaDigna.pdf

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10/08/2008

Casa Própria bate mais um recorde

Os financiamentos imobiliários com recursos da poupança cresceram 86,66% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 12,9 bilhões, segundo a Associação das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). O número de unidades financiadas teve expansão de 58,9% na comparação entre os dois períodos para 128,4 mil unidades.

 

Em junho, o valor contratado com recursos da poupança cresceu 130,36% em relação ao mesmo mês do ano passado, para R$ 3,1 bilhões. Na comparação com maio, o crescimento foi de 41,35%. Foram financiadas 32,5 mil unidades em junho, 96,06% acima do número registrado em junho de 2007 e 48% a mais do que as unidades de maio deste ano. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o valor contratado somou R$ 24,2 bilhões, com crescimento de 100,3% em relação ao intervalo equivalente anterior. O número de unidades financiadas foi de 243,507 mil, com expansão de 69,5%.

 

O presidente da Abecip, Luiz Antonio França, disse ontem que o número de financiamentos habitacionais com recursos da poupança este ano deve superar o recorde de 267 mil unidades registrado em 1981. "As 128 mil unidades financiadas no semestre indicam que poderemos bater o número de 1981", afirmou França, que destacou que o crédito imobiliário no Brasil corresponde a 1,7% do PIB.

Tags: mercado

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07/08/2008

Panorama dos últimos 60 anos da Construção Civil

Clique aqui e veja linha do tempo com um panorama dos últimos 60 anos da Construção Civil e da Editora PINI

http://www.piniweb.com/datapini/bancomaterias/images/85_60-80.pdf

Tags: mercado

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05/08/2008

Esboços de Frank Gehry

Esta é a fórmula de uma história de amor de um artista para outro. Sydney Pollack, um dos maiores cineastas do mundo, que conhecia pouco sobre arquitetura a não ser o que admirava, foi convidado por seu amigo, o notório arquiteto Frank Gehry, para fazer um filme sobre sua vida e métodos de trabalho. O resultado dessa parceria é muito especial: armado com uma câmera, Pollack mergulha na vida do criador do museu de Guggenheim em Bilbao, rastreando sua juventude, seu primeiro casamento e sua crescente fama. O filme apresenta um retrato muito próximo e observador de Gehry quando interage com colegas de trabalho desenvolvendo meticulosamente maquetes até encontrar a perfeição. Pollack realiza um ótimo trabalho ao capturar estes momentos, quando idéias espontâneas colidem com questões práticas. Trata-se de um filme sensível sobre um homem que ousou sonhar com edifícios que transcendem o traço linear que define a maior parte da arquitetura. Acima de tudo, Gehry, dinâmico e questionador, se revela um assunto interessante e encantador. visite o site: www.sketchesoffrankgehry.com

 

 

Tags: arquitetura

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